O médico fisiatra é um médico com formação em duas especialidades:
Clínica Geral (Medicina Interna) e Medicina de Reabilitação.
Dessa forma sua atuação é muito parecida com a de um clínico geral só que mais focado nos aspectos da funcionalidade e da qualidade de vida dos pacientes.
Assim como o indivíduo procura o clínico geral para ver quais diagnósticos tem e para, eventualmente, se necessário, ser encaminhado para algum especialista; da mesma forma o fisiatra deve ser procurado sempre que o indivíduo apresentar uma limitação funcional que pode ser desde uma “dor nas costas” que o impede de fazer longas caminhadas ou de sentar-se em sua poltrona favorita até o grande incapacitado, aquele indivíduo que teve um acidente vascular cerebral (um “derrame” como é conhecido) e perdeu a capacidade de andar, a capacidade de comunicar-se e sua independência para cuidar de si mesmo.
Em outras palavras, não importa o tamanho da incapacidade se ela existe o médico a ser procurado é o FISIATRA.
No primeiro caso é ele que vai fazer o diagnóstico clínico da “dor nas costas”, ver se há tratamento clínico e quais as melhores opções para o tratamento medicamentoso, se há necessidade de fisioterapia e qual o tipo de terapia indicado para cada caso: Hicroterapia, acupuntura, RPG, Osteopatia, etc.; se há necessidade do uso de coletes ou palmilhas específicas, se o indivíduo pode fazer atividade física e qual é a modalidade mais indicada, se ele necessita de um trabalho postural, se há necessidade de modificar o mobiliário urilizado, se deve ser encaminhado para um terapeuta ocupacional para adaptar seu ambiente e/ou seus instrumentos de trabalho; avalia ainda se e quando indicar um tratamento cirúrgico encaminhando o paciente nessa e em outras situações aos outros especialistas, se este for o caso. O mesmo raciocínio se aplica a indivíduos com LER/DORT que apresentam incapacidade para o trabalho, indivíduos com lesões esportivas que apresentam incapacidade para a prática de esporte e para indivíduos com dor crônica que apresentam incapacidade para suas tarefas do dia-a-dia.
No segundo exemplo, do grande incapacitado, o fisitra fará uma completa avaliação clínica e reabilitacional tentando estabelecer diagnósticos funcionais e seus prognósticos de modo a poder compor o melhor suporte reabilitacional para esse indivíduo, ou seja, é ele que decide se o indivíduo necessitará de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiólogo, ou outros profissionais; qual a medicação a ser utilizada, se ele necessitará de aparelhos para os membros inferiores ou para os membros superiores, se necessitará de meios auxiliares de marcha como muletas ou bengalas, qual a melhor cadeira de rodas a ser utilizada, enfim, é o médico que o acompanha pari passu até que esteja plenamente reabilitado. O mesmo raciocínio funciona para pacientes portadores de lesão medular, para crianças portadoras de paralisia cerebral ou para ind’viduos portadores de outro distúrbio incapacitante.
Embora não seja uma especialidade nova no Brasil, ainda há poucos profissionais dessa área em nosso meio. Há estados no país onde não há nenhum especialista ainda por esse motivo, muitas pessoas (e mesmo alguns médicos) nunca ouviram falar desse especialista e não sabem quando procurá-lo.
Esperamos que esta orientação possa ajudá-lo a se programar e agendar uma consulta com nossos fisiatras.
No segundo exemplo, do grande incapacitado, o fisiatra fará uma completa avaliação clínica e reabilitacional, estabelecendo diagnósticos funcionais e seus prognósticos de modo a poder compor o melhor suporte reabilitacional para esse indivíduo, ou seja, é o fisiatra quem decide se o indivíduo necessitará de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiólogo, ou outros profissionais; qual a medicação a ser utilizada; se ele necessitará de aparelhos para os membros inferiores ou para os membros superiores; se necessitará de meios auxiliares de marcha, como muletas ou bengalas; qual a melhor cadeira de rodas a ser utilizada, enfim, é o médico fisiatra que o acompanha pari passu até que esteja plenamente reabilitado.
O mesmo raciocínio funciona para pacientes portadores de lesão medular, para crianças portadoras de paralisia cerebral ou para indivíduos portadores de outro distúrbio incapacitante.
Embora não seja uma especialidade nova no Brasil, ainda há poucos profissionais dessa área em nosso meio. Devido a isso, há estados, no Brasil, onde não há nenhum especialista.
Interessante frisar que muitas pessoas (e até mesmo alguns médicos) nunca ouviram falar desse especialista, e mesmo aquelas que já ouviram falar não sabem em que situação procurá-lo.
Esperamos que estas orientações possam ajudá-lo a se programar e agendar uma consulta com nossos fisiatras. |